segunda-feira, 12 de agosto de 2013

ALGUMAS PALAVRAS SOBRE A COVARDIA, TIRANIA, CRUELDADE FALSIDADE E CAPRICHO DO MOVIMENTO GAYZISTA



Não me causaram muita admiração o que alguns indivíduos fizeram ao Marcos Feliciano num avião, pois desde que conheci o movimento gay tal como ele é, nada mais espero desse movimento senão desrespeito, ódio e violência e principalmente muita covardia, pois a coisa mais fácil é se juntar em cinco pelegos e ficar patrulhando um único indivíduo. E não me venham objetar que nem todos os militantes gayzisytas são assim, pois o Movimento Gay é um movimento tirânico em si mesmo, independente da fala mansa e das “boas intenções” de alguns.
            É tirânico por querer calar a boca de todos os que não concordam com suas ideias; é tirânico por reclamar o direito de educar nossos filhos segundo sua ideologia perversa; é tirânico por não respeitar a Igreja; é tirânico por impedir os psicólogos de trabalharem e estudarem livremente a homossexualidade a fim de libertar o indivíduo dessa desordem; e finalmente é tirânico por querer erigir como ideal o pecado, a desordem, a libertinagem, etc.
            O Movimento Gay não só é tirânico, mas também mentiroso: manipulando as estatísticas como já demonstrei em outro artigo; exagerando as proporções do suposto “preconceito”; dizendo que não se pode deixar de ser homossexual, sendo que existem inúmeros testemunhos daqueles que se libertaram dessa desordem; culpando o cristianismo pelas agressões que os homossexuais sofrem de indivíduos que de cristãos não tem nada; fingindo-se de vítimas, quando na verdade são os piores agressores, como, por exemplo, nas paradas gays quando se vestem de religiosos para ofender a Igreja, na agressão a um jovem que pacificamente defendia os valores perenes da civilização cristã.
            O Movimento Gay não só é tirânico e mentiroso, mas também cruel, quando se liga fortemente a causas como a legalização do aborto, da pedofilia (que eles estão chamando de relação inter-geracional), quando promovem a destruição da pureza das crianças através da educação sexual, que nada mais é que a sexualização precoce das crianças.
            O Movimento Gay não só é tirânico, mentiroso, cruel, mas também caprichoso, quando pretende que suas uniões desordenadas e pecaminosas, equiparem-se à família tradicional criada por Deus; quando querem que todos se curvem perante suas ideias e quando tentam impedir que todos calem a boca se não for para elogiá-los.
            Como sempre há que se fazer uma distinção fundamental entre o homossexual não militante e o militante gay que pode ser homossexual ou não. Quanto aos homossexuais não militantes a única exortação que se pode fazer é que se dêem conta de que a tendência homossexual é desordenada e precisa ser combatida, o ser humano tem essa liberdade e a graça de Deus para tanto, a tendência homossexual não obriga a pessoa a cometer atos homossexuais, como costumam sugerir os militantes. Os atos homossexuais são pecados, a tendência homossexual só é pecado se for propositalmente criada por uma vida devassa. Isso é tudo. Quanto ao militante gay, a coisa é muito diferente. O simples fato de serem militantes dessa terrível causa já prova em que atmosfera se encontra seu coração, pois não é possível que alguém apoie essa coisa toda e possa ainda ser considerado um ser humano de boa vontade.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A vida intelectual - introdução



A vida intelectual introdução

            As ideias que vêm a seguir e que visam dar um direcionamento cristão para a vida intelectual são provenientes de uma obra, de mesmo nome, do Padre Sertillanges. Nessa obra estão contidas as mais diversas diretrizes para levar a bom termo a carreira intelectual, tanto conselhos práticos metodológicos como princípios gerais. Pode parecer um pouco brusca a mudança de assuntos, mas é porque se trata de vários conselhos.

A vocação intelectual – Parte 1

            O intelectual é um consagrado, isto é, recebeu de Deus uma vocação que deve contribuir para o reinado de cristo. Sua missão é servir, amar, buscar e propagar a verdade. Para isso deverá ter muita disciplina e perseverança.
            Após um primeiro impulso, em tudo que fazemos, começamos a desanimar. É preciso vencer sempre esse desânimo se queremos chegar a algum lugar. O autor compara o intelectual a um atleta da inteligência, que deve prever as privações e possuir uma tenacidade por vezes sobre-humana.
            As forças e o tempo não devem ser dissipados. Deve-se estudar com ardor, aproveitar bem o tempo, e para isso se requer métodos e longa reflexão. O autor aponta que mesmo que sobrem apenas duas horas por dia, isso já é o bastante para conseguir grandes resultados na busca da verdade. Pois o tempo bem aproveitado é melhor que muitas horas de estudo mal feitas e dissipadas.

O intelectual não é um isolado

            O isolamento é uma prática inumana, pois é uma distorção do espírito de solidão. De fato, a solidão é necessária, mas o isolamento exagerado nos paralisa e esteriliza.
            Como todo membro do corpo de cristo, o intelectual deve haurir sua vida da caridade. Toda a verdade, até mesmo a mais abstrata, tem uma influência na vida prática. Assim o intelectual não deve esquecer que vive para os outros e deve ter sempre em mira a salvação dos homens.

As virtudes do intelectual – Parte 2

            O intelecto é apenas um instrumento, não nos pode fornecer os princípios dos quais partimos, apenas chegar a novas conclusões a partir desses princípios. Isso quer dizer que se nossos princípios éticos estiverem deturpados ou se estivermos entregues aos vícios, acabaremos por embotar a nossa inteligência e cairemos num poço tanto maior quanto mais enganados pelos vícios estivermos. A busca da verdade requer também a busca da santidade, sem o que a luz da inteligência se entenebrece.
            Disso se segue que há uma relação entre o nível de moralidade e a clareza da inteligência. Não pensamos apenas com o intelecto: pensamos com todo o nosso ser, nossas fraquezas e nossas qualidade deixam suas marcas em nossas ideias. Formamos uma unidade, portanto, não é de se espantar que os vícios morais atrapalhem e obscureçam a luz da razão; da mesma forma que as virtudes iluminam a inteligência.
            Podemos tomar como exemplo Marx. Quem negará sua inteligência e capacidade intelectual? Falava várias línguas, estudava 14 horas por dia. Mas como era sua vida moral? Sua vida moral é a grande explicação para todos os erros monstruosos que cometeu, sua mente confusa vinha dos vícios e do ódio que nele imperava.
            Erra quem pensa que o amor à verdade deva nos levar a deixar de lado nossos deveres mais básicos enquanto seres humanos. O intelectual, como qualquer outro homem tem deveres a cumprir. Cumprindo seus deveres e fazendo o bem, mesmo que às vezes isso signifique perda de tempo de estudo, estará concorrendo a bom modo para encontrar a verdade, pois o bem e a verdade são irmãos. Nesse sentido devemos ter em mente o que é mais importante e saber que o bem e a verdade são uma só e mesma coisa. Outra coisa que nunca seria demais alertar seria o perigo do orgulho, que mina qualquer tentativa de encontrar o bem.