segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CAMINHADA PELA VIDA 6 DE OUTUBRO EM CASCAVEL



Essa Caminhada pela vida acontecerá em Cascavel, na Av. Brasil, praça do migrante. Nessa semana da vida (01 a 08 de outubro) todos os cristãos e as pessoas de boa vontade têm a obrigação, perante Deus e os nascituros, de evidenciar o valor da vida humana, criada para a glória de Deus.
            É sabido que muitos grupos pretendem legalizar o aborto em nosso país (principalmente o PT), por isso, mais do que nunca, é hora de lutar contra essa atrocidade.
            Que Nossa Senhora Aparecida interceda por nós, e que Deus nos abençoe.
            SALVE MARIA.






segunda-feira, 12 de agosto de 2013

ALGUMAS PALAVRAS SOBRE A COVARDIA, TIRANIA, CRUELDADE FALSIDADE E CAPRICHO DO MOVIMENTO GAYZISTA



Não me causaram muita admiração o que alguns indivíduos fizeram ao Marcos Feliciano num avião, pois desde que conheci o movimento gay tal como ele é, nada mais espero desse movimento senão desrespeito, ódio e violência e principalmente muita covardia, pois a coisa mais fácil é se juntar em cinco pelegos e ficar patrulhando um único indivíduo. E não me venham objetar que nem todos os militantes gayzisytas são assim, pois o Movimento Gay é um movimento tirânico em si mesmo, independente da fala mansa e das “boas intenções” de alguns.
            É tirânico por querer calar a boca de todos os que não concordam com suas ideias; é tirânico por reclamar o direito de educar nossos filhos segundo sua ideologia perversa; é tirânico por não respeitar a Igreja; é tirânico por impedir os psicólogos de trabalharem e estudarem livremente a homossexualidade a fim de libertar o indivíduo dessa desordem; e finalmente é tirânico por querer erigir como ideal o pecado, a desordem, a libertinagem, etc.
            O Movimento Gay não só é tirânico, mas também mentiroso: manipulando as estatísticas como já demonstrei em outro artigo; exagerando as proporções do suposto “preconceito”; dizendo que não se pode deixar de ser homossexual, sendo que existem inúmeros testemunhos daqueles que se libertaram dessa desordem; culpando o cristianismo pelas agressões que os homossexuais sofrem de indivíduos que de cristãos não tem nada; fingindo-se de vítimas, quando na verdade são os piores agressores, como, por exemplo, nas paradas gays quando se vestem de religiosos para ofender a Igreja, na agressão a um jovem que pacificamente defendia os valores perenes da civilização cristã.
            O Movimento Gay não só é tirânico e mentiroso, mas também cruel, quando se liga fortemente a causas como a legalização do aborto, da pedofilia (que eles estão chamando de relação inter-geracional), quando promovem a destruição da pureza das crianças através da educação sexual, que nada mais é que a sexualização precoce das crianças.
            O Movimento Gay não só é tirânico, mentiroso, cruel, mas também caprichoso, quando pretende que suas uniões desordenadas e pecaminosas, equiparem-se à família tradicional criada por Deus; quando querem que todos se curvem perante suas ideias e quando tentam impedir que todos calem a boca se não for para elogiá-los.
            Como sempre há que se fazer uma distinção fundamental entre o homossexual não militante e o militante gay que pode ser homossexual ou não. Quanto aos homossexuais não militantes a única exortação que se pode fazer é que se dêem conta de que a tendência homossexual é desordenada e precisa ser combatida, o ser humano tem essa liberdade e a graça de Deus para tanto, a tendência homossexual não obriga a pessoa a cometer atos homossexuais, como costumam sugerir os militantes. Os atos homossexuais são pecados, a tendência homossexual só é pecado se for propositalmente criada por uma vida devassa. Isso é tudo. Quanto ao militante gay, a coisa é muito diferente. O simples fato de serem militantes dessa terrível causa já prova em que atmosfera se encontra seu coração, pois não é possível que alguém apoie essa coisa toda e possa ainda ser considerado um ser humano de boa vontade.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A vida intelectual - introdução



A vida intelectual introdução

            As ideias que vêm a seguir e que visam dar um direcionamento cristão para a vida intelectual são provenientes de uma obra, de mesmo nome, do Padre Sertillanges. Nessa obra estão contidas as mais diversas diretrizes para levar a bom termo a carreira intelectual, tanto conselhos práticos metodológicos como princípios gerais. Pode parecer um pouco brusca a mudança de assuntos, mas é porque se trata de vários conselhos.

A vocação intelectual – Parte 1

            O intelectual é um consagrado, isto é, recebeu de Deus uma vocação que deve contribuir para o reinado de cristo. Sua missão é servir, amar, buscar e propagar a verdade. Para isso deverá ter muita disciplina e perseverança.
            Após um primeiro impulso, em tudo que fazemos, começamos a desanimar. É preciso vencer sempre esse desânimo se queremos chegar a algum lugar. O autor compara o intelectual a um atleta da inteligência, que deve prever as privações e possuir uma tenacidade por vezes sobre-humana.
            As forças e o tempo não devem ser dissipados. Deve-se estudar com ardor, aproveitar bem o tempo, e para isso se requer métodos e longa reflexão. O autor aponta que mesmo que sobrem apenas duas horas por dia, isso já é o bastante para conseguir grandes resultados na busca da verdade. Pois o tempo bem aproveitado é melhor que muitas horas de estudo mal feitas e dissipadas.

O intelectual não é um isolado

            O isolamento é uma prática inumana, pois é uma distorção do espírito de solidão. De fato, a solidão é necessária, mas o isolamento exagerado nos paralisa e esteriliza.
            Como todo membro do corpo de cristo, o intelectual deve haurir sua vida da caridade. Toda a verdade, até mesmo a mais abstrata, tem uma influência na vida prática. Assim o intelectual não deve esquecer que vive para os outros e deve ter sempre em mira a salvação dos homens.

As virtudes do intelectual – Parte 2

            O intelecto é apenas um instrumento, não nos pode fornecer os princípios dos quais partimos, apenas chegar a novas conclusões a partir desses princípios. Isso quer dizer que se nossos princípios éticos estiverem deturpados ou se estivermos entregues aos vícios, acabaremos por embotar a nossa inteligência e cairemos num poço tanto maior quanto mais enganados pelos vícios estivermos. A busca da verdade requer também a busca da santidade, sem o que a luz da inteligência se entenebrece.
            Disso se segue que há uma relação entre o nível de moralidade e a clareza da inteligência. Não pensamos apenas com o intelecto: pensamos com todo o nosso ser, nossas fraquezas e nossas qualidade deixam suas marcas em nossas ideias. Formamos uma unidade, portanto, não é de se espantar que os vícios morais atrapalhem e obscureçam a luz da razão; da mesma forma que as virtudes iluminam a inteligência.
            Podemos tomar como exemplo Marx. Quem negará sua inteligência e capacidade intelectual? Falava várias línguas, estudava 14 horas por dia. Mas como era sua vida moral? Sua vida moral é a grande explicação para todos os erros monstruosos que cometeu, sua mente confusa vinha dos vícios e do ódio que nele imperava.
            Erra quem pensa que o amor à verdade deva nos levar a deixar de lado nossos deveres mais básicos enquanto seres humanos. O intelectual, como qualquer outro homem tem deveres a cumprir. Cumprindo seus deveres e fazendo o bem, mesmo que às vezes isso signifique perda de tempo de estudo, estará concorrendo a bom modo para encontrar a verdade, pois o bem e a verdade são irmãos. Nesse sentido devemos ter em mente o que é mais importante e saber que o bem e a verdade são uma só e mesma coisa. Outra coisa que nunca seria demais alertar seria o perigo do orgulho, que mina qualquer tentativa de encontrar o bem.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

As Virtudes do Intelectual



Costuma-se alardear por esses tempos que a virtude do intelectual é a capacidade de crítica, de entender e transformar a realidade onde se vive. Dessa forma, uma boa formação intelectual daria ao indivíduo a virtude de duvidar e questionar tudo: a política, a religião, os valores sociais, etc. e de não acreditar em nada a não ser naqueles que o doutrinaram. Essa virtude promovida com toda força na atualidade costuma ser chamada de criticidade ou pensamento autônomo. Algumas linhas para refutar sumariamente essa postura já corresponderá aos nossos objetivos.
            A criticidade tal como a entendem nossos contemporâneos simplesmente não existe. Primeiramente porque para haver verdadeiro conhecimento são necessárias as virtudes e não pode alcançar a virtude aquele que tudo questiona e não quer obedecer. Segundo, porque toda ação requer princípios e os princípios por sua própria natureza apenas se aceitam, pois eles é que julgarão como falsos ou verdadeiros os conhecimentos adquiridos posteriormente. Quem quisesse questionar os fundamentos cometeria um contrassenso, pois como questionaria os fundamentos se não estivesse já apoiado em outros? De modo que é necessário estar sempre apoiado em um fundamento que é inquestionável. O homem, limitado como é, não pode fugir a essa regra. Terceiro porque a criticidade é um conceito tão vago e repleto de tantas interpretações que todos os que divergem poderão se acusar mutuamente de faltar com o "senso crítico". O conceito de criticidade, para um intelectual sério, não passa de uma palavra vazia e sem sentido, usada para a vanglória ou para vitupérios sem sentido. Não é à toa que apenas na atualidade é que passou a ser usado dessa forma, sendo que a filosofia antiga e medieval, até onde eu saiba, não chegaram a conhecê-lo nem sonhá-lo.
            Transformar a realidade é outra pretensão infernal que as universidades e escolas tem tentado colocar na cabeça de seus alunos. O que não entendem esses corruptores marxistas e relativistas é que a realidade, enquanto planejada por Deus, não se muda, se aceita. Explico-me melhor: os marxistas acham que a razão é fruto de um desenvolvimento histórico, que a moral é uma construção humana, que a verdade absoluta não existe, etc. pensando assim eles pensam que podem alterar a moral, o funcionamento da razão e assim por diante. Isto é, para eles não existe uma realidade objetiva imutável, existe apenas uma realidade cultural, social, econômica construída por homens e, portanto, sujeita a um eterno devir. O intelectual cristão deve responder a isso com uma atitude de submissão à realidade, amor pela verdade, zelo, não pela transformação social do mundo, mas pela salvação das almas e humildade. Sem humildade qualquer ignorante porta-se como um sabichão, ostentando tanto mais sua falsa sabedoria, quanto mais ignorante for de fato.
            O intelectual deve ser também desapegado do mundo e de sua própria personalidade, nunca sendo movido por interesses mesquinhos e não querendo submeter a verdade às suas próprias ideias. Esse é o erro do relativismo, quando diz que a verdade não existe cria o egocentrismo de que cada um tem a sua verdade, o que não passa de uma tremenda vaidade.

terça-feira, 16 de abril de 2013

O que é Filosofia?



Um dos conceitos mais básicos que se tem da Filosofia é o próprio significado da palavra: filo - sofia ( amor ao conhecimento).   Essa definição remonta a Pitágoras e reflete o pensamento de que o homem nunca chegaria a ser sábio, mas tão somente um amante da sabedoria. Embora seja certo que o homem de estudo enquanto viver e tiver saúde nunca poderá deixar de buscar a verdade, creio que seja negativo o pensamento de que a sabedoria nunca se encontra, mas só pode ser buscada num exercício infindável. Obviamente o homem, pela graça de Deus, progride na senda da verdade, e torna-se sábio naquilo que o estado terreno pode comportar. E deve ter a esperança de atingir a plenitude da sabedoria e da felicidade no Paraíso ao lado de Deus. Por isso essa definição, embora bela, não parece muito apropriada ao intelectual católico, que não obstante pode tirar dela, com prudência, aquilo que ela tem de verdadeiro.
Para Deleuze a filosofia é a criação de conceitos. Muito utilizada atualmente no ensino médio, onde se diz que o objetivo é fazer o jovem pensar com autonomia, ser crítico e original. Atualmente a academia vê na filosofia algo parecido com essa visão de Deleuze, onde o que importa não é a verdade, mas a habilidade de manipular conceitos de forma complexa, num palavrório vazio, fortemente marcado por um jargão inconfundível.
Para Marx, a filosofia é um instrumento ideológico utilizado pela classe dominante, que só poderia ser purificado ao ser usado como instrumento crítico visando a revolução da sociedade.
Eu vejo na filosofia uma atividade racional e prática que visa tanto a contemplação da verdade como o alcance da santidade. Mas, não vejo, como já disse, na filosofia, uma atividade independente que por si mesma baste para conduzir o homem ao caminho da salvação: o máximo que se consegue chegar nesse sentido foi onde os gregos chegaram. A filosofia depende claramente de uma doutrina religiosa segura, pela qual possamos conhecer e esperar de Deus as coisas certas, pois bem, essa doutrina se encontra na Igreja Católica. Pois se o intelecto humano estiver abandonado a si mesmo, sem uma revelação que seja divina, o máximo que atingirá serão os limites naturais, e além disso correrá enormes riscos de se deturpar totalmente como muitos exemplos da filosofia moderna e contemporânea.